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‘Homem não foi feito para atividades de casa’, diz presidente da bancada evangélica

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Descendente de japoneses budistas, o deputado Hidekazu Takayama (PSC-PR) coordena a bancada evangélica na Câmara dos Deputados desde abril. Junto com os católicos, as duas frentes contabilizam mais de 200 dos 513 deputados federais.

Em entrevista, o deputado deixa claro a prioridade da bancada: defender os preceitos cristãos e a concepção de família formada por um homem e uma mulher. “O governo é laico, mas o País tem bases cristãs”, justifica.

Na avaliação de Takayama, a legalização do casamento gay desrespeita fronteiras. “Amanhã ou depois vão abrir o padrão para dizer que pode fazer sexo com criança, pode fazer sexo com animal e tudo bem”, afirmou.

‘Homem não foi feito para atividades de casa’, diz presidente da bancada evangélica

Na conversa, o deputado citou repetidamente ensinamentos bíblicos e defendeu que é papel da mulher cuidar de casa e dos filhos. “Se o homem ficar em casa, então estão criando o protótipo do homem maricas hoje. O homem feminilizado. Mas o homem não foi feito para isso”, afirmou.

Apesar das declarações, o parlamentar adepto de propostas de aumento de penas para crimes defendeu a criminalização da homofobia. “Homofóbico tem que ir preso.”

Nascido em 20 de abril de 1948 em Rolândia (PR), Takayama está em seu quarto mandato como deputado federal. Em 2014, foi eleito com 162.952 votos e gastou R$ 186 mil na campanha. De acordo com a declaração entregue à Justiça Eleitoral, possui R$ 1,13 milhão em bens.

Do chamado “baixo clero”, o parlamentar se reuniu em abril com o presidente Michel Temer e parte da “bancada da fé” no Palácio do Planalto. O objetivo era garantir o apoio do governo contra a descriminalização do aborto e no combate ao que chamam de “ideologia de gênero” nas escolas.

Takayama é um dos autores de um projeto de lei que susta decreto sancionado por Dilma Rousseff, que “dispõe sobre o uso do nome social de pessoas travestis e transexuais” em órgãos federais, como estatais e universidades.

Em outras propostas, defende criminalizar o aborto de anencéfalos, autorizado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em 2012, e dar imunidade a pastores de acusações de injúria e difamação.

Leia os principais trechos da entrevista:

Quais as prioridades da bancada evangélica?

Hidekazu Takayama: A frente funciona independente de quem seja seu presidente. Tem uma agenda que é a defesa do seu segmento. A bancada evangélica foi criada porque temos uma nação cujo perfil é de 85% de famílias cristãs. Estou colocando nessa estatística a grande maioria católica. Mas hoje o evangélico é em torno de 30 a 40% dos cristãos. Isso inclusive provocou a criação da bancada católica porque eles perceberam que os assuntos que temos não são diferentes dos assuntos deles. A bancada evangélica defende aquilo que aprendemos como cristãos.

Nós cremos intocavelmente na Bíblia. E na Bíblia tem algumas coisas que eu sei que ferem ou que alguns acham que é errado, mas nós entendemos assim. Por exemplo, a questão da homossexualidade, do gay. Nós não somos homofóbicos, apenas temos a nossa posição.

Nós amamos o homossexual. Só não amamos a prática. Jesus disse “eu amo o pecador”. Ele não disse “eu amo o pecado”. Temos um norte, o que é certo e o que é errado.

Eu sou, por exemplo, hétero. Um hétero gosta de mulher. Por que eu vejo uma mulher bonita eu vou estar fazendo sexo com ela? Não. Eu tenho regras. Eu tenho limites.

A Constituição diz que onde começa o seu direito acaba o meu. Nós, como cristãos, entendemos que os homossexuais, para a nossa concepção de estatuto divino, estão errados. Mas não significa que nós sejamos homofóbicos.

Na prática, o senhor defende aplicar os princípios da Bíblia na elaboração de leis?

O adventista usa uma expressão muito bonita. Ele diz “a questão não é obedecer à Lei, e sim ao espírito da Lei”. O que a lei queria dizer com aquilo.

A lei, por exemplo, diz que eu sendo heterossexual vou correr atrás de mulher e praticar sexo ou adultério? Não. É essa mesma teoria que eu digo para o homossexual. Se você é homossexual, tem prazer em gostar de outro homem, não significa que tem que estar praticando sexo com ele.

Não pense você que eu sendo pastor sou assexuado. Eu olho e penso “que moça bonita”. O mesmo desejo que qualquer um tem um pastor tem. Só que eu tenho fronteiras. Sei que não posso fazer isso.

Em termos práticos, de legislação, o entendimento da bancada é que não deve ser aprovado o projeto de lei que estabelece o casamento gay, mesmo com a decisão do Supremo?

Entendemos que o casamento de homem com homem fere essa fronteira. Essa teoria que a esquerda marxista prega de que “se você se sente bem fazendo, continue fazendo” já era combatida pelo apóstolo São Paulo. O epicurismo já tinha essa teoria, na Grécia. Chama teoria da licenciosidade. Nós não pensamos assim. Pensamos como cristãos. O ser humano ateu acha que se você se sente bem que continue fazendo. Nós não pensamos assim. Porque senão amanhã – estou exagerando – o camarada gosta de uma vaca, vai virar avacalhação? Eu gosto de uma vaca então vou casar com uma vaca?

O senhor acha que ter uma lei sobre casamento que não seja no padrão heteronormativo…

É isso que estou dizendo. Amanhã ou depois vão abrir o padrão para dizer que pode fazer sexo com criança, pode fazer sexo com animal e tudo bem. Existe uma fronteira. E nós vivemos essa fronteira e pronto. Onde está o erro nisso? Quer dizer que viver nos padrões da Bíblia é suicídio intelectual? Claro que não.

Existe essa crença dentro da bancada, mas considerando o princípio do Estado laico, por que a crença de uma parte deve ser tida como lei para todos?

O Estado é laico, mas o povo tem raízes cristãs. Nós não queremos uma ditadura de maioria, na religiosidade, por assim dizer, porém também não queremos aceitar uma ditadura de minoria. O Estado é laico, não pode entrar na questão da religiosidade, mas tem que respeitar esses 85% de católicos e evangélicos.

Um casal gay poder se casar ou adotar filhos seria um desrespeito?

Se fosse num país muçulmano ele seria assassinado. Nós não somos assim. Somos cristãos. Mas respeite esse país cristão. Não é o País que é laico. É o governo que é laico, mas o país tem bases cristãs.

Há alguns meses, a bancada conseguiu alterar o texto do MEC para tirar conteúdo sobre discriminação. O projeto de lei da Escola sem Partido defende que temas como violência contra mulher e contra a população LGBT não sejam discutidos dentro de sala de aula…

Infelizmente o que causa a violência contra a mulher é esse machismo, que vem do feudalismo japonês e teve influência portuguesa também. De mulheres, eu concordo que está errado esse negócio de agressão.

Considerando que o Brasil é o quinto país onde as mulheres mais morrem simplesmente pelo fato de serem mulheres e também o país onde mais se mata travestis e transexuais, por que essa barreira de não discutir esses assuntos em sala de aula?

Eu desafio você e qualquer repórter investigativo. Se eu não me engano, no Brasil foram 4 mil assassinatos de homossexuais. Nenhum deles… Eu desafio você me provar um caso que tenha sido por um fanático cristão. Ouvi falar dos skinheads e 96,2% foram praticados por briguinhas íntimas, vamos dizer assim. Não foi praticado por cristãos. O cristão é orientado a não viver essa violência.

Deveria ter uma lei para criminalizar a homofobia ou crimes de ódio, de maneira geral?

Deve haver uma lei exatamente para acabar com esses skinheads. Tá errado isso aí. Só que o que eles querem é por a pecha de que o cristão que vive a Bíblia é fundamentalista e nesse fundamentalista existe uma ironia, como quem diz “é fanático”. Não é fanático. Se você é membro do PT tem que conhecer a doutrina do PT para defender as teses. Nós somos cristãos, defendemos a doutrina cristã porque conhecemos a palavra. Isso não me torna homofóbico.

Mas a bancada defende a criminalização da homofobia ou não?

Com certeza. A bancada defende a criminalização da homofobia. Não é só homofobia. Mas (a violência) contra as mulheres.

Camarada que praticar crime contra homossexual tem que ir pra cadeia, preso. Nós somos a favor da criminalização da homofobia.

O que não queremos é que a pessoa que tenha um eixo de doutrina dentro da Bíblia seja vista como homofóbico. Ele não é homofóbico. Ele tem a doutrina. Mas é a doutrina do Cristianismo. Não somos que nem os muçulmanos que não têm essa doutrina. Os radicais muçulmanos que, em torno de 20%, acham que pode praticar violência. O Cristianismo não tem isso. Nós somos ensinados a viver o Primeiro Coríntios 13, o amor. Temos que amar o homossexual. Nós não amamos a prática, mas amamos o ser humano.

Somos da seguinte ideia, a frente parlamentar: homofóbico tem que ir preso, sim, senhor.

Algumas pessoas defendem que ações educativas, preventivas, no sentido de tentar mudar a mentalidade das pessoas justamente para evitar esses crimes aconteçam dentro de sala de aula mesmo, mas a Escola sem Partido é contra esse tipo de debate…

Aí é que está o erro porque a pessoa, o professor que tem uma doutrinação marxista quer colocar, por exemplo, como grande ídolo dele o Lula ou o Fidel Castro. Ele não poderia entrar nisso aí. Isso é uma discussão para terceiro grau, quando a pessoa já tem um nível de informação, um cabedal, informação suficiente para tomar uma decisão. Agora, uma criança de quatro a dez anos não pode receber esse tipo de informação. Só isso que não queremos. Eu aprendi português, matemática na escola. Não tinha que estar entrando isso aí.

O entendimento da bancada é que temas relacionados a violência de gênero não devem ser discutidos?

Não devia nem discutir porque a criança não sabe discernir até onde pode isso ou não. Não é para uma criança de quatro a dez anos que deva entrar isso. É uma discussão para o terceiro grau, quando a pessoa já tem um nível de formação. Querer incutir na mente da criança que ele pode ser homossexual, nós não podemos fazer isso. Eu não creio que homossexualismo (sic) seja uma doença física. Eu creio que homossexualismo é uma influência.

Sobre o crescimento da bancada, a expectativa para 2018 é de que permaneça o mesmo número de parlamentares? Haverá aumento?

O Parlamento é o reflexo da sociedade. Se tivesse só negro no Brasil, teríamos um parlamento só de negros. Se tivesse 50% de negros e 50% de brancos, teria que ter 50% de negros. É por isso que nos lutamos por uma bancada feminina maior. Se a mulher é maioria no Brasil, por que não temos maioria? Mas é que nós temos essa cultura que veio herdada dos portugueses, de que a mulher tem que ficar aí, biblicamente.

Realmente, a grandeza da mulher não está na força física. Quando a Bíblia diz que a mulher é o lado mais fraco, ela é mais fraca apenas fisicamente. É que nem um vaso de cristal. Pode ser mais frágil do que o vaso de bronze, mas qual vale mais? O de cristal. É que Deus fez assim. A beleza da mulher não está no músculo. Se eu vejo uma mulher musculosa, já fico meio assim. Mas a beleza da mulher está onde? Na fragilidade dela, na femininidade dela.

Essa é a conceituação que nós temos, mas não é que a mulher deva ser inferiorizada. É inferiorizada no sentido de força bruta. Eu, por exemplo, sou completamente contrário a uma mulher enfrentar uma guerra. Eu acho que ela não foi feita para isso.

Tem homens brutos para enfrentar a guerra, morrer pela nação. Mas a mulher tem que ficar em casa. Quando Deus fez a família, no conceito dele, fez a mulher para cuidar dos filhos. Por que tem que ser dois? Alguém tem que ir lá fora defender, lutar, puxar a espada, se cortar, machucar e enfrentar a força bruta. A mulher não. A mulher tem que ficar em casa cuidando. Isso não está inferiorizando essa mulher. São divisões de atividades.

Se o homem ficar em casa, então estão criando o protótipo do homem maricas hoje. O homem feminilizado. Mas ele não foi feito para isso.

O senhor está falando que o homem não deveria ter atividades domésticas?

Eu acho que não. Mas, por favor, isso não está inferiorizando a mulher. Ele até pode participar, mas não foi feito para isso. Ele foi feito, na nossa concepção bíblica, para defender a mulher e as crianças que estão em casa.

Mesmo hoje em dia?

Deus não mudou. O Deus de anos atrás é o de hoje. Casamento não é invenção de pedagogo, psicopedagogo ou psicólogo. Quem criou a família foi Deus. Até brinquei com militante LGBT na época do Estatuto da Família. Eu falei “você está aqui não porque o seu pai amou outro homem. Você só é parte de uma família porque um homem, que é o teu pai, amou uma mulher, que é a tua mãe. Se fossem dois homens ou duas mulheres você não estaria aqui”. [Tem o argumento de que] “podemos cuidar”. Ok, não estou dizendo que não. Mas família, perpetuação da raça humana, só se constitui da união de um homem com uma mulher.

Quais as perspectivas do senhor para a bancada? Uma eventual troca de governo agora, com a crise, pode influenciar a atuação?

Vai continuar a atuação. Se eles pensarem como eu penso, não vai mudar nada. É apenas um detalhe. E bancada evangélica não vai se tornar partido. Temos gente do PT, que é a Benedita da Silva, o Walter Pinheiro. Tem gente do PDT. Do Psol não tem ainda porque o Psol é pequeno. Mas tem gente de todos partidos. Não queremos nos tornar uma agremiação partidária. Mas são pessoas que podem ter divergências de doutrinação ideológica-partidária diferente, porém nós convergimos no mesmo pensamento bíblico.

O governo que estiver na Presidência da República não faz diferença? Não houve mudança entre o governo Dilma e o governo Temer para bancada?

Quando a pessoa se torna presidente, ela deixa de ser advogado para ser magistrado. Temer enquanto deputado defendia o segmento dele, que era de São Paulo. Ele era municipalista. Eu também sou. Busco recursos, sei onde tem defeito de ponte, estrada esburacada. Porque é dessa forma que o Legislativo ajuda o Executivo. Por isso, eu divirjo da ideia de que o governo Dilma não ia governar para o Legislativo. O espelho da sociedade é essa Câmara.

Aí você diz “vai crescer a bancada?”. Depende, se a Igreja Evangélica crescer, sim. Se crescerem os bandidos, vai crescer bandido aqui também. Se crescer agricultor fora, vai crescer agricultor aqui. O Legislativo é um espelho da sociedade.

É por isso que o Executivo não pode abrir mão do Legislativo. Não pode governar com o Judiciário porque são apenas 11 juízes e ainda, pelas regras da democracia, quem escolhe os juízes é o Executivo. Aí fica um corporativismo. Vou dar um exemplo. O Judiciário pode até aprovar o casamento gay, mas está errado. Quem tem que definir não são 11 homens. São 513 deputados e 80 e poucos senadores.

Em novembro, o Supremo Tribunal Federal decidiu que não é crime o aborto até a 12ª semana de gravidez. Em reação, a Câmara começou a discutir uma PEC no sentido contrário. O STF passou por cima do Legislativo?

Passou por cima (…) Não é função do Judiciário. Função de legislar é aqui, no Legislativo. Pode até aprovar o casamento gay, mas tem que ser o voto da maioria porque aqui é o espelho da sociedade.

O senhor tem um projeto de lei para criminalizar o aborto no caso de anencéfalos, que vai justamente também contra uma decisão do STF. A motivação foi a interferência?

Não pode haver interferência de poderes. O Judiciário tem que interpretar a lei. Eles têm se baseado na letra fria da Lei. É onde eu volto na questão dos adventistas. Não é seguir à risca a letra fria da Lei e sim interpretar o espírito da Lei. Mas o Judiciário não pensa assim.

Por exemplo, o aborto eles acham que tem que respeitar que o direito à vida é inviolável. Na letra fria da Lei, é inviolável a partir de que momento? Da concepção? De quando ele nasce? Nós entendemos que no Estatuto do Nascituro deve dizer desde o momento da concepção. Vamos trabalhar para melhorar essa legislação.

Dois deputados dentro do partido com muita expressão em termos de votos, Marco Feliciano e Jair Bolsonaro, têm buscado outras legendas. Isso irá enfraquecer o PSC?

Acho que o Feliciano não (sai do partido). Mas o Bolsonaro tem o objetivo de ser candidato a presidente. Talvez ele até fique, é que houve um “entreveiro”. Ele achou que o fundo partidário era grande. É até bom, mas imagina, o Brasil com cinco mil municípios. Então aquela verba que parece grande, na hora que é redistribuído não sobra nada. Aí ele ficou chateado.

Eu fico imaginando que ele pensou assim “poxa, o partido tem uma verba grande e não ajuda o candidato a presidente?”. Mas não é isso. Quando houver essa explicação, acho que ele não sai do partido.

No fenômeno Bolsonaro eu vejo também um pouco da revolta brasileira porque no meu tempo de juventude era “in” ser de esquerda. Hoje é “in” a juventude ser de direita.

Hoje eu vejo no fenômeno Bolsonaro uma indignação. A gente vê que o reflexo da sociedade são os jovens. Mas essa questão (da saída dele), a gente vê briguinhas momentâneas. O Bolsonaro vai precisar de um partido, se não digo forte, mas menos ruim. Não sei qual partido absorveria ele.

Qual a expectativa em relação ao governo Temer? Ele se mantém?

Corrupção nós vamos encontrar em tudo. Até no meio de Jesus tinha um Judas da vida. Então, é claro que Dilma tinha, o Temer tem, e quem vier depois dele vai ter também. Infelizmente, gente boa e má vai ter em todo lugar. Agora, o governo do Temer pode ser ruim ou ter defeitos, mas é milhões de vezes melhor do que o governo da Dilma porque ela queria governar sozinha, sem o Parlamento.

O ideal seria a manutenção do governo Temer?

Tem que haver igualdade de poderes. O que é a pedalada? Ela fazia as coisas sem consultar o Legislativo. Não pode. Claro que teve golpe, sim. Quer dizer, tentativa de golpe quando ela começou a gastar sem consultar. Isso não é pedalada? Claro que é. Tanto é que nós estamos hoje com o Brasil quebrado. Queremos ajudar o pobre, mas um pai para ajudar um filho tem que ter condições.

Tem um projeto de lei do senhor que confere imunidade pastores de acusações de injúria e difamação. Isso não pode permitir abusos?

O pastor tem que ter isenção ao falar. A minha preocupação era ter uma lei de esquerda que não permite o pastor falar. Essa lei é para que o pastor tenha os mesmos direitos que o advogado de falar o que quer ou do parlamentar que tem isenção.

Vamos dizer que entre uma doutrina que aprove o homossexual. Se o pastor prega contra, ele é preso. O pastor tem que viver dentro da doutrina que ele vir na Constituição dele, que no caso é a Bíblia. Claro, toda lei existe o que chamamos de efeito colateral. Pode trazer prejuízo? Pode. É por isso que eu estou apresentando uma lei, mas quem vai decidir é o Parlamento.


Via: huffpostbrasil


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