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Flamboyants – Uma das mais belas crônicas de Rubem Alves

A manhã estava linda: céu azul, ventinho fresco. Infelizmente, muitas obrigações me aguardavam. Coisas que eu tinha de fazer. Aí, lembrei-me do menino-filósofo chamado Nietzsche que dizia que ficar em casa estudando, quando tudo é lindo lá fora, é uma evidência de estupidez. Mandei as obrigações às favas e fui caminhar na lagoa do Taquaral.

“Quando o amor chamar, siga-o” – Um lindo poema de Khalil Gibran

Gibran Kahlil Gibran nasceu em janeiro de 1883, no Líbano. Foi escritor e pintor. Todos os seus livros escritos em inglês foram ilustrados pelo próprio...

A fábula do barbeiro e o político

Naquele terceiro dia veio um deputado para um corte de cabelo. Novamente, ao pedir para pagar, o barbeiro disse

A enigmática simplicidade de ser Mulher

Mulher diz tudo o que sente sim, mas com uma grande diferença: sem dizer nada. Sabe quando ela demora para responder suas mensagens? Ela se...

Imagens proibidas do interior das tumbas de Vale dos Reis

Teve de trocar 100 emails para conseguir fotografar o Vale dos Reis, a pérola do Antigo Egito. Jakob Kyncl viajou pelo mundo inteiro, mas...

Não seja alguém para ser esquecido

Por Márcio Rodrigues Não seja. Simplesmente não seja. Não seja assim tão “tanto faz”. Não se importe tão pouco. Não beije só por ser mais um beijo. Não...